• Marcus Hoffmann

Percepções de CEOs: Como a estratégia impacta na rentabilidade das usinas?

Em tempos de incertezas, como os que estamos vivendo atualmente, é comum a multiplicação de temores e inseguranças dentro dos agronegócios. Além dos já conhecidos desafios da manutenção de uma indústria a céu aberto, elementos como operação, precificação e logística são debatidos e repensados, criando uma importante janela de oportunidade para evoluções. Com isso, a abertura para novas perspectivas se torna fundamental, ampliando o debate e interação dos líderes de mercado em prol da otimização de processos dentro da porteira, mitigando, assim, os riscos de investimentos a serem realizados.


Pensando nesse panorama, aconteceu ontem (28) o "3° CEO MEETING: Drivers estratégicos para garantir a competitividade e rentabilidade da usinas", webinar promovido pelo Jornal da Cana e apresentado pelo Josias Messias, jornalista e presidente do Procana, momento o qual contou com a presença de 4 CEO’s de grandes usinas produtoras de açúcar, etanol e derivados.


O evento foi aberto pelo Fabiano Zillo, CEO da Zillor, o qual expôs uma importante conexão entre o aprendizado continuado e a busca por entrega de resultados, somatório responsável pela promoção de eficiência em um momento de volatilidade, o qual demanda resiliência perante as constantes mudanças de cenários que vivemos atualmente. Seguindo o mesmo raciocínio, Gabriel Sustatta, CEO da Bevap, destacou a adaptabilidade e a união do setor sucroenergético, expondo que a pandemia acelerou a percepção de gargalos operacionais, fato o qual abriu oportunidade para implantação de novos planejamentos estratégicos e inovações para otimização dos resultados. O mesmo destaca, ainda, uma previsão de ampliação da cadeia de sustentabilidade para os negócios da Bevap em 2021, tema recorrente nas discussões do agronegócio brasileiro durante os últimos anos. Luiz Queiroga, CEO da Usina São Luiz, citou o pioneirismo regional e os desafios de manter uma operação de produção de cana-de-açúcar em uma região sem tradição do cultivo, assim como pontuou sobre a importância da acurácia financeira para a manutenção de uma operação saudável. Por fim, Paulo Motta, CEO da Cerradinho Bio, reforçou correlação entre custos e competitividade, citando a eficiência produtiva, a qualidade de produto e o exercício de delegar atividades para as pessoas corretas como importantes fatores para lidar com os desafios mais críticos.


Com a importância do debate e dos cenários que viriam a ser apresentados pelos agentes dos principais players do mercado produtivo de cana-de-açúcar, mobilizei o time de negócios da Cromai para o acompanhamento do evento. Nos deixou extremamente empolgados compreender que estamos alinhados, sob a perspectiva de estratégias, com as propostas do mercado para os próximos anos.





Permeando a reflexão proposta pelo Paulo Motta, entendemos que o fator da comoditização dos produtos ofertados se mantém extremamente relevante para a precificação do produto final, trazendo poucas janelas de possibilidade de diferenciação para agregação de valor. Com isso, se faz necessário um olhar estratégico para gestão de custos, assim como a manutenção de uma governança de excelência.


Focar em pessoas e processos também se faz necessário, afinal todas as mudanças, melhorias e inovações passarão por esses fatores. Ou seja, como bem exemplificado, a manutenção de uma produtividade de três dígitos com baixo custo por quilograma de ATR (Açúcar Total Recuperável) produzido não passa somente pelos atuais conhecimentos da usina, mas também por colocar as pessoas certas para as posições críticas nos desafios que virão.


Nós, da Cromai, acreditamos e trabalhamos intensamente para representar essa mudança de paradigma, buscando melhores resultado junto ao usinas. Encaramos como missão promover uma nova revolução digital na agricultura, a partir de um manejo digitalizado com processos que envolvem imageamento aéreo, inteligência artificial e aplicações localizadas de defensivos. Na prática, nos conectamos diretamente com as percepções citadas no evento, tendo em vista nossa missão de levar tecnologias que entreguem mais precisão, eficácia, economia e sustentabilidade para o agronegócio.


Estamos muito felizes pelas 6 novas usinas que, nesse último mês, passaram a entender a força da digitalização do manejo e aderiram a nossa solução para o diagnóstico de plantas daninhas, ferramenta a qual possibilita tomadas de decisões mais rápidas e até 75% na economia de herbicidas. Nossa expectativa é que o número de usinas beneficiadas por nossas inovações cresça exponencialmente nos próximos anos, a medida em que a agricultura digital vai sendo compreendida como uma realidade mais presente e indispensável do que se imagina.


A mensagem final é: contem com a gente para construir um novo futuro!


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